Scielo RSS <![CDATA[URVIO Revista Latinoamericana de Estudios de Seguridad]]> http://scielo.senescyt.gob.ec/rss.php?pid=1390-429920260001&lang=es vol. num. 44 lang. es <![CDATA[SciELO Logo]]> http://scielo.senescyt.gob.ec/img/en/fbpelogp.gif http://scielo.senescyt.gob.ec <![CDATA[Transición de poder y estrategias de cobertura: América Latina en la disputa entre China y Estados Unidos]]> http://scielo.senescyt.gob.ec/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1390-42992026000100008&lng=es&nrm=iso&tlng=es Resumen Introducción: la competencia estratégica entre China y Estados Unidos está reconfigurando el orden global y redefiniendo las opciones de política exterior de los países latinoamericanos. Esta rivalidad reduce los márgenes de maniobra de la región. Objetivo: en este artículo se analiza cómo esa competencia estratégica constriñe el margen de maniobra de los países latinoamericanos, con el propósito de identificar las estrategias adoptadas frente a esta rivalidad y las condiciones bajo las cuales es posible preservar cierto grado de autonomía. Metodología: el estudio se apoya en dos marcos teóricos complementarios: la teoría de la transición de poder y la literatura sobre estrategias de cobertura (hedging), para caracterizar cómo los países latinoamericanos gestionan riesgos y oportunidades. A partir de una metodología cualitativa, se analizan tres estudios de caso en sectores estratégicos: infraestructura (Puerto de Chancay en Perú), tecnología (despliegue de 5G en Brasil y México) y seguridad/defensa (cooperación China-América Latina y respuestas de Estados Unidos, el caso ECU-911). Conclusiones: se argumenta que, aunque la rivalidad tiende a restringir el margen de maniobra regional, varios países latinoamericanos han implementado estrategias de cobertura que les permiten extraer beneficios de ambas potencias sin asumir alineamientos rígidos. La agencia latinoamericana persiste, pero está cada vez más condicionada por el interregno del actual momento de transición del orden internacional.<hr/>Abstract Introduction: Strategic competition between China and the United States is changing the global order and redefining the foreign policy options for Latin American countries. This rivalry reduces the region's room for maneuver. Objective: This article analyzes how this strategic competition constrains the room for maneuver of Latin American countries, with the aim of identifying the strategies adopted in response to this rivalry and the conditions under which it is possible to preserve a degree of autonomy. Methodology: The study draws on two theoretical frameworks: power transition theory and the literature on hedging strategies, in order to characterize how Latin American countries manage risks and opportunities. The article uses a qualitative methodology and analyzes three case studies in strategic sectors: infrastructure (the Port of Chancay in Peru), technology (5G deployment in Brazil and Mexico), and security/defense (China-Latin America cooperation and US responses, the ECU-911 case). Conclusions: We argue that although rivalry tends to restrict regional room for maneuver, several Latin American countries have implemented hedging strategies that enable them to benefit from both powers without rigidly aligning with either. Latin American agency persists, but it is increasingly conditioned by the interregnum of the current transitional moment in the international order.<hr/>Resumo Introdução: A competição estratégica entre a China e os Estados Unidos está remodelando a ordem global e redefinindo as opções de política externa dos países latino-americanos. Essa rivalidade reduz a margem de manobra da região. Objetivo: Este artigo analisa como essa competição estratégica restringe a margem de manobra dos países latino-americanos, com o objetivo de identificar as estratégias adotadas em resposta a essa rivalidade e as condições sob as quais é possível preservar um certo grau de autonomia. Metodologia: O estudo se baseia em duas estruturas teóricas complementares: a teoria da transição de poder e a literatura sobre estratégias de hedge, para caracterizar como os países latino-americanos gerenciam riscos e oportunidades. Utilizando uma metodologia qualitativa, são analisados ​​três estudos de caso em setores estratégicos: infraestrutura (o Porto de Chancay, no Peru), tecnologia (implantação do 5G no Brasil e no México) e segurança/defesa (cooperação China-América Latina e respostas dos EUA, o caso ECU-11 de setembro). Conclusões: Argumenta-se que, embora a rivalidade tenda a restringir a margem de manobra regional, diversos países latino-americanos implementaram estratégias de hedge que lhes permitem se beneficiar de ambas as potências sem assumir alinhamentos rígidos. A capacidade de ação da América Latina persiste, mas está cada vez mais condicionada pelo interregno do atual momento de transição na ordem internacional. <![CDATA[Migración y comercio en México: Plaza Izazaga ante la confrontación estratégica entre China y Estados Unidos en 2025]]> http://scielo.senescyt.gob.ec/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1390-42992026000100028&lng=es&nrm=iso&tlng=es Resumen Introducción : en este trabajo se examina el entrelazamiento entre comercio informal, migración y disputa geopolítica en México, en el marco de la confrontación estratégica entre China y Estados Unidos. A partir del caso de la Plaza Izazaga, en el centro de la Ciudad de México, se analiza cómo espacios urbanos específicos condensan efectos locales de procesos globales. Sin embargo, Izazaga no es un caso aislado. Se argumenta que su intervención estatal debe leerse dentro de un patrón nacional más amplio que articula cuatro márgenes analíticos: relocalización industrial de empresas chinas hacia México, imposición de aranceles a productos textiles de origen asiático, vigilancia reforzada sobre espacios comerciales con vínculos transnacionales, y el control de la migración, su cruce por México y zonas fronterizas. Objetivo: demostrar que estas acciones forman parte de una respuesta estatal que combina contención migratoria, política comercial y control territorial. Metodología: combina observación directa, análisis hemerográfico y revisión de discursos oficiales. Conclusiones: la coincidencia temporal entre vigilancia sobre el comercio asiático y endurecimiento migratorio muestra que ambos frentes funcionan como mecanismos complementarios. El Estado mexicano gestiona flujos de mercancías y personas mediante intervenciones selectivas que redistribuyen el costo político de la confrontación China-Estados Unidos sobre actores periféricos.<hr/>Abstract Introduction: this paper examines the interconnection between informal trade, migration, and geopolitical dispute in Mexico within the framework of the strategic confrontation between China and the United States. Using the case of Plaza Izazaga, located in the center of Mexico City, it analyzes how specific urban spaces condense local effects of global processes. However, Izazaga is not an isolated case. It is argued that its state intervention should be read within a broader national pattern that articulates four analytical margins: the industrial relocation of Chinese companies to Mexico, the imposition of tariffs on Asian textile products, reinforced surveillance over commercial spaces with transnational links, and the control of migration, its transit through Mexico, and border areas. Objective: to demonstrate that these actions are part of a state response that combines migration containment, trade policy, and territorial control. Methodology: it combines press review and the analysis of official discourses on trade, migration, and bilateral relations. Conclusions: the temporal coincidence between surveillance of Asian trade and the tightening of migration controls shows that both fronts function as complementary mechanisms. The Mexican state manages flows of goods and people through selective interventions that redistribute the political cost of the China-United States confrontation onto peripheral actors.<hr/>Resumo Introdução: este trabalho examina a interconexão entre comércio informal, migração e disputa geopolítica no México, no marco da confrontação estratégica entre China e Estados Unidos. A partir do caso da Plaza Izazaga, localizada no centro da Cidade do México, analisa-se como espaços urbanos específicos condensam efeitos locais de processos globais. No entanto, Izazaga não é um caso isolado. Argumenta-se que sua intervenção estatal deve ser compreendida dentro de um padrão nacional mais amplo que articula quatro margens analíticas: a relocalização industrial de empresas chinesas para o México, a imposição de tarifas sobre produtos têxteis de origem asiática, a vigilância reforçada sobre espaços comerciais com vínculos transnacionais e o controle da migração, seu trânsito pelo México e zonas fronteiriças. Objetivo: demonstrar que essas ações fazem parte de uma resposta estatal que combina contenção migratória, política comercial e controle territorial. Metodologia: baseia-se em revisão hemerográfica e análise de discursos oficiais sobre comércio, migração e relações bilaterais. Conclusões: a coincidência temporal entre a vigilância sobre o comércio asiático e o endurecimento do controle migratório mostra que ambas as frentes funcionam como mecanismos complementares. O Estado mexicano gerencia fluxos de mercadorias e pessoas por meio de intervenções seletivas que redistribuem o custo político da confrontação China-Estados Unidos sobre atores periféricos. <![CDATA[Las rimas de la historia: la geopolítica clásica en la competencia estratégica Estados Unidos-China]]> http://scielo.senescyt.gob.ec/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1390-42992026000100053&lng=es&nrm=iso&tlng=es Resumen Introducción: el sistema internacional atraviesa un proceso de fragmentación y reconfiguración caracterizado por la competencia estratégica entre Estados Unidos y China, cuyo impacto se manifiesta de manera evidente en América Latina y el Caribe. Objetivo: el objetivo de este artículo es analizar la vigencia de los principios de la geopolítica clásica a la luz de esta rivalidad en el hemisferio occidental, máxime que la región se ha convertido en un escenario geopolítico debido a imperativos político-diplomáticos, económico-comerciales, tecnológicos y geoestratégicos. Metodología: sustentado en evidencia empírica sobre las transformaciones en patrones comerciales, de financiamiento e inversión extranjera directa, este análisis se realiza desde un enfoque hermenéutico-interpretativo y emplea técnicas de inteligencia de fuentes abiertas. Este artículo revisa de manera exhaustiva las propuestas teóricas de la geopolítica clásica de Rudolph Kjellén, Karl Haushofer y Halford Mackinder, y aplica sus conceptos centrales al contexto actual de la competencia estratégica entre Washington y Beijing en la región. Conclusiones: los hallazgos muestran que los principios geopolíticos clásicos mantienen relevancia analítica significativa, aunque requieren una reinterpretación para incorporar elementos como la multipolaridad regional, la competencia económica no coercitiva y la complejidad de las alianzas múltiples que caracterizan el escenario latinoamericano del siglo XXI.<hr/>Abstract Introduction: The international system is undergoing a process of fragmentation and reconfiguration characterized by strategic competition between the United States and China, the impact of which is clearly evident in Latin America and the Caribbean. Objective: This article aims to analyze the continued relevance of classical geopolitical principles in light of this rivalry in the Western Hemisphere, especially given that the region has become a geopolitical arena due to political-diplomatic, economic-commercial, technological, and geostrategic imperatives. Methodology: Based on empirical evidence regarding transformations in trade patterns, financing, and foreign direct investment, this analytical study adopts a hermeneutic-interpretive approach and employs open-source intelligence techniques. Thus, this article provides a comprehensive review of the theoretical proposals of classical geopolitics by Rudolph Kjellén, Karl Haushofer, and Halford Mackinder, applying their central concepts to the current context of strategic competition between Washington and Beijing in the region. Conclusions: The findings show that classic geopolitical principles retain significant analytical relevance, although they require reinterpretation to incorporate elements such as regional multipolarity, non-coercive economic competition, and the complexity of multiple alliances that characterize the Latin American scenario of the 21st century.<hr/>Resumo Introdução: O sistema internacional atravessa um processo de fragmentação e reconfiguração caracterizado pela competição estratégica entre os Estados Unidos e a China, cujo impacto é claramente evidente na América Latina e no Caribe. Objetivo: Este artigo visa analisar a relevância contínua dos princípios geopolíticos clássicos à luz dessa rivalidade no Hemisfério Ocidental, especialmente considerando que a região se tornou uma arena geopolítica devido a imperativos político-diplomáticos, econômico-comerciais, tecnológicos e geoestratégicos. Metodologia: Com base em evidências empíricas sobre as transformações nos padrões de comércio, financiamento e investimento estrangeiro direto, este estudo analítico adota uma abordagem hermenêutico-interpretativa e emprega técnicas de inteligência de código aberto. Assim, este artigo oferece uma revisão abrangente das propostas teóricas da geopolítica clássica de Rudolph Kjellén, Karl Haushofer e Halford Mackinder, aplicando seus conceitos centrais ao contexto atual da competição estratégica entre Washington e Pequim na região. Conclusões: Os resultados mostram que os princípios geopolíticos clássicos mantêm uma relevância analítica significativa, embora exijam uma reinterpretação para incorporar elementos como a multipolaridade regional, a competição econômica não coercitiva e a complexidade das múltiplas alianças que caracterizam o cenário latino-americano do século XXI. <![CDATA[Estados Unidos y la manufacturación del consenso geopolítico sobre infraestructura china en América Latina]]> http://scielo.senescyt.gob.ec/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1390-42992026000100070&lng=es&nrm=iso&tlng=es Resumen Introducción: la narrativa que presenta a China como amenaza militar en ALC ha sido impulsada por actores gubernamentales, think tanks y especialistas vinculados al aparato militar estadounidense, quienes catalogan la cooperación en defensa y proyectos de infraestructura como riesgos para la seguridad hemisférica, centrando el encuadre en la noción de uso dual, según la cual infraestructuras civiles financiadas por China podrían tener fines militares. Objetivo: en este contexto, se analiza la dinámica que construye, sostiene y consolida un consenso en torno al relato geopolítico del uso dual de infraestructura china en ALC, mediante la vinculación entre instituciones, organismos y personalidades que forman una red de poder alrededor del Complejo Industrial Militar estadounidense. Metodología: con enfoque cualitativo se retoma la producción institucional y doctrinaria de actores vinculados al gobierno de EE.UU., de think tanks, y la proyección mediática del relato a nivel internacional y local. Conclusiones: se observa que el relato funciona como una amenaza performativa más que como una descripción de hechos; al generar percepciones de riesgo y guiar decisiones estratégicas, legitima aumentos presupuestarios y refuerza sospechas hacia China sin evidencia concluyente, subrayando el papel central de este consenso en la política exterior y doméstica estadounidense.<hr/>Abstract Introduction: The narrative framing China as a military threat in Latin America and the Caribbean (LAC) has been promoted by government actors, think tanks, and experts linked to the U.S. military apparatus, who portray defense cooperation and infrastructure projects as risks to hemispheric security, centering the framing on the notion of dual-use, whereby civilian infrastructure financed by China could serve military purposes. Objective: In this context, this study analyzes the dynamics that construct, sustain, and consolidate a consensus around the geopolitical narrative of the dual-use of Chinese infrastructure in LAC, through linkages among institutions, organizations, and individuals that form a power network around the U.S. Military-Industrial Complex. Methodology: Using a qualitative approach, it draws on the institutional and doctrinal output of actors linked to the U.S. government, think tanks, and the media projection of the narrative at international and local levels. Conclusions: The narrative functions more as a performative threat than a description of facts; by generating risk perceptions and guiding strategic decisions, it legitimizes budget increases and reinforces suspicions toward China without conclusive evidence, underscoring the central role of this consensus in U.S. foreign and domestic policy.<hr/>Resumo Introdução: a narrativa que apresenta a China como ameaça militar na América Latina e no Caribe (ALC) tem sido impulsionada por atores governamentais, think tanks e especialistas vinculados ao aparelho militar dos Estados Unidos (EUA), que classificam a cooperação em defesa e projetos de infraestrutura como riscos para a segurança hemisférica, centrando o enquadre na noção de uso dual, segundo a qual infraestruturas civis financiadas pela China poderiam ter fins militares. Objetivo: nesse contexto, analisa-se a dinâmica que constrói, sustenta e consolida um consenso em torno do relato geopolítico do uso dual de infraestrutura chinesa na ALC, mediante a vinculação entre instituições, organismos e personalidades que formam uma rede de poder ao redor do Complexo Industrial Militar dos EUA. Metodologia: com enfoque qualitativo, retoma-se a produção institucional e doutrinária de atores vinculados ao governo dos EUA, de think tanks, e a projeção midiática do relato em nível internacional e local. Conclusões: observa-se que o relato funciona mais como ameaça performativa do que como descrição de fatos; ao gerar percepções de risco e guiar decisões estratégicas, legitima aumentos orçamentários e reforça suspeitas em relação à China sem evidência conclusiva, sublinhando o papel central desse consenso na política externa e interna estadunidense. <![CDATA[Reconfigurando la hegemonía regional: China, Estados Unidos y la nueva geopolítica espacial en América Latina]]> http://scielo.senescyt.gob.ec/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1390-42992026000100090&lng=es&nrm=iso&tlng=es Resumen Introducción : en el artículo se examina cómo el espacio ultraterrestre se ha convertido en un nuevo ámbito de rivalidad estratégica entre China y EE.UU.., donde China busca expandir su influencia mediante la cooperación tecnológica, económica y diplomática con los países latinoamericanos, desafiando el liderazgo histórico de Washington en la región. Objetivo:el propósito del estudio es analizar cómo la diplomacia espacial de China está transformando las dinámicas de poder en América Latina y generando implicaciones estratégicas para la seguridad estadounidense, al tiempo que promueve un modelo alternativo de gobernanza internacional sustentado en el poder blando y la proyección tecnológica. Metodología:la investigación adopta un enfoque cualitativo que combina el trazado de procesos causales (process tracing) y análisis documental, lo cual permite identificar los mecanismos causales que vinculan la rivalidad sino-estadounidense con las decisiones de política exterior de China. Se emplean fuentes primarias y secundarias para garantizar la triangulación y la validez analítica. Conclusiones:el estudio concluye que la cooperación espacial constituye un instrumento clave de la estrategia china en América Latina, y consolida su influencia y contribuye a la configuración de un orden internacional más multipolar.<hr/>Abstract Introduction: the article examines how outer space has become a new arena for strategic rivalry between China and the U.S., with China seeking to expand its influence through technological, economic, and diplomatic cooperation with Latin American countries, challenging Washington’s historic power in the region. Objective: the study aims to analyze how China’s space diplomacy is transforming power dynamics in Latin America and generating strategic implications for U.S. security, while promoting an alternative model of international governance based on soft power and technological projection. Methodology: the research adopts a qualitative approach that combines process tracing and documentary analysis, allowing for the identification of the causal mechanisms linking Sino-US rivalry with China’s foreign policy decisions. Primary and secondary sources are used to ensure triangulation and analytical validity. Conclusions: the study concludes that space cooperation is a key instrument of China’s strategy in Latin America, consolidating its influence and contributing to the configuration of a more multipolar international order.<hr/>Resumo Introdução : o artigo examina como o espaço ultraterrestre se tornou um novo campo de rivalidade estratégica entre a China e os EUA, onde a China busca expandir sua influência por meio da cooperação tecnológica, econômica e diplomática com os países latino-americanos, desafiando a liderança histórica de Washington na região. Objetivo: o estudo tem como objetivo analisar como a diplomacia espacial da China está transformando as dinâmicas de poder na América Latina e gerando implicações estratégicas para a segurança dos Estados Unidos, ao mesmo tempo em que promove um modelo alternativo de governança internacional baseado no poder brando e na projeção tecnológica. Metodologia: a pesquisa adota uma abordagem qualitativa que combina o traçado de processos causais (process tracing) e a análise documental, permitindo identificar os mecanismos causais que ligam a rivalidade sino-americana às decisões de política externa da China. São utilizadas fontes primárias e secundárias para garantir a triangulação e a validade analítica. Conclusões: o estudo conclui que a cooperação espacial constitui um instrumento fundamental da estratégia chinesa na América Latina, consolidando sua influência e contribuindo para a configuração de uma ordem internacional mais multipolar. <![CDATA[Resistencia no violenta en la Amazonía ecuatoriana: respuestas frente a la violencia estructural]]> http://scielo.senescyt.gob.ec/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1390-42992026000100115&lng=es&nrm=iso&tlng=es Resumen Introducción : en la Amazonía ecuatoriana, los pueblos indígenas enfrentan una violencia estructural agravada por el abandono estatal y la expansión del crimen organizado transnacional (COT). Esta violencia se manifiesta en el despojo territorial, la negación de derechos y la creciente presencia de economías criminales como la minería ilegal y el narcotráfico. Aunque la Constitución ecuatoriana reconoce derechos colectivos, su aplicación ha sido limitada, lo que ha generado una brecha entre norma y práctica. Frente a este escenario, surgen procesos de resistencia no violenta como respuesta estratégica. Objetivo: en esta investigación se analiza el alcance de las estrategias de resistencia no violenta implementadas por Alianza Ceibo frente a la violencia estructural ejercida por el Estado y el COT. Desde el enfoque estratégico de la no violencia, se observa cómo estas acciones buscan transformar el conflicto, proteger territorios ancestrales y defender los derechos colectivos. Metodología: se aplicó una metodología cualitativa basada en entrevistas semiestructuradas, análisis documental y un marco teórico centrado en la resistencia no violenta. Conclusiones: las acciones de Alianza Ceibo -guardias indígenas, litigios estratégicos y movilizaciones pacíficas- demuestran que es posible enfrentar estructuras opresivas sin recurrir a la violencia y reconfigurar el poder desde lo comunitario.<hr/>Abstract Introduction: In the Ecuadorian Amazon, Indigenous peoples face structural violence exacerbated by state neglect and the expansion of Transnational Organized Crime (TOC). This violence is expressed through territorial dispossession, the denial of rights, and the growing presence of criminal economies such as illegal mining and drug trafficking. Although the Ecuadorian Constitution recognizes collective rights, their implementation has been limited, creating a gap between legal norms and actual practice. In response to this context, nonviolent resistance processes have emerged as strategic responses. Objective: This research analyzes the scope of nonviolent resistance strategies implemented by Alianza Ceibo in response to the structural violence exerted by the State and TOC. From the strategic framework of nonviolence, this analysis explores how these actions aim to transform conflict, protect ancestral territories, and defend collective rights. Methodology: A qualitative methodology was applied, based on semi-structured interviews, document analysis, and a theoretical framework focused on nonviolent resistance. Conclusions: The actions of Alianza Ceibo - Indigenous guards, strategic litigation, and peaceful mobilizations - demonstrate that it is possible to confront oppressive structures without resorting to violence, reshaping power from a community-based perspective.<hr/>Resumo Introdução: Na Amazônia equatoriana, os povos indígenas enfrentam uma violência estrutural agravada pelo abandono do Estado e pela expansão do Crime Organizado Transnacional (COT). Essa violência se manifesta por meio do despojo territorial, da negação de direitos e da crescente presença de economias ilícitas, como a mineração ilegal e o narcotráfico. Embora a Constituição do Equador reconheça direitos coletivos, sua aplicação tem sido limitada, gerando uma lacuna entre a norma e a prática. Diante desse cenário, emergem processos de resistência não violenta como respostas estratégicas. Objetivo: Esta pesquisa analisa o alcance das estratégias de resistência não violenta implementadas pela Aliança Ceibo diante da violência estrutural exercida pelo Estado e pelo COT. A partir da abordagem estratégica da não violência, analisa-se como essas ações buscam transformar o conflito, proteger territórios ancestrais e defender os direitos coletivos. Metodologia: Foi utilizada uma metodologia qualitativa, com base em entrevistas semiestruturadas, análise documental e um referencial teórico centrado na resistência não violenta (Sharp; Chenoweth e Stephan) e na violência estrutural (Galtung). Conclusões: As ações da Aliança Ceibo - guardas indígenas, litígios estratégicos e mobilizações pacíficas - demonstram que é possível enfrentar estruturas opressoras sem recorrer à violência, reconfigurando o poder a partir da comunidade. <![CDATA[Zonas de frontera como perpetuadoras del conflicto armado colombiano]]> http://scielo.senescyt.gob.ec/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1390-42992026000100134&lng=es&nrm=iso&tlng=es Resumen Introducción: desde el inicio del conflicto armado en Colombia, los grupos armados ilegales han adoptado una estrategia de desplazamiento hacia las zonas fronterizas, con el objetivo de establecer retaguardias que les permitan consolidar y perpetuar su lucha armada. Objetivo: determinar en qué medida el uso estratégico de las zonas fronterizas en contextos de conflicto armado han permitido que estos se prolonguen mediante la expansión de economías ilegales y la configuración particularidades sociales, políticas y securitarias que permiten la conformación de culturas de la ilegalidad, dificultan la acción estatal e incrementan la consolidación de actores criminales del orden local y transnacional. Metodología: en este artículo se pretende desarrollar un abordaje teórico del uso de fronteras por parte de estructuras criminales, para evidenciar, a través de un análisis deductivo de la frontera colombo-ecuatoriana, cómo estas han ayudado a prolongar el conflicto armado colombiano. Conclusiones: las estrategias binacionales y multilaterales no son suficientes debido a la adaptabilidad de los grupos criminales, ante lo que se propone que la consolidación de enclaves criminales fronterizos, caracterizados por la convergencia de actores y economías ilegales, serían un factor que impediría el desarrollo de políticas de paz de los gobiernos.<hr/>Abstract Introduction : Since the beginning of the armed conflict in Colombia, illegal armed groups have adopted a strategy of relocating to border areas, with the aim of establishing rear bases that allow them to consolidate and perpetuate their armed struggle. Objective: To determine the extent to which the strategic use of border areas in contexts of armed conflict has enabled its prolongation through the expansion of illegal economies and the configuration of social, political, and security-related particularities that foster the formation of cultures of illegality, hinder state action, and increase the consolidation of criminal actors at both local and transnational levels. Methodology: This article aims to develop a theoretical approach to the use of borders by criminal structures, and subsequently demonstrate, through a deductive analysis of the Colombia-Ecuador border, how these have contributed to the prolongation of the Colombian armed conflict. Conclusions: Binational and multilateral strategies are not sufficient due to the adaptability of criminal groups, for which it is proposed that the consolidation of criminal border enclaves-characterized by the convergence of actors and illegal economies-would be a factor hindering the development of peace policies by governments.<hr/>Introdução Introdução : Desde o conom do conflito armado na Colômbia, os grupos armados ilegais adotaram uma estratégia de deslocamento para as zonas fronteiriças, com o objetivo de conomías retaguardas que co conomía consolidar e perpetuar sua luta armada. Objetivo: Determinar em que medida o uso estratégico das zonas fronteiriças em contextos de conflito armado tem permitido sua prolongação mediante a expansão de conomías ilegais e a configuração de particularidades sociais, políticas e securitárias que permitem a conformação de culturas da ilegalidade, dificultam a ação estatal e incrementam a consolidação de atores criminosos de conolocal e transnacional. Metodologia: Este artigo pretende desenvolver uma abordagem teórica do uso das conomías por estruturas criminosas, para posteriormente evidenciar, através de uma análise dedutiva da conomía colombo-equatoriana, como estas têm conomías i para a prolongação do conflito armado colombiano. Conclusões: As estratégias binacionais e multilaterais não são suficientes conom à adaptabilidade dos grupos criminosos, diante do que se propõe que a consolidação de enclaves criminosos fronteiriços, caracterizados pela conomías ia de atores e conomías ilegais, seria um fator que conomías o desenvolvimento de políticas de paz pelos governos.